O PRINCÍPIO DO POUCO
"A boa administração não é o início da prosperidade... Ela é fruto de uma vida transformada"
1. A fidelidade precede a abundância
Se a boa administração é fruto de uma vida transformada, ela se manifesta primeiro no "pouco".
A transformação interna remove a ansiedade pela colheita e foca na integridade do processo. Quem não governa o próprio espírito sob pouco, não terá estrutura interna para sustentar o muito.
"Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco, também é injusto no muito." (Lucas 16:10)
A administração não é uma estratégia de enriquecimento, mas um teste de integridade do coração.
2. Mordomia como resposta, não como barganha
Muitos administram bem na esperança de "comprar" a prosperidade de Deus ou do destino.
Aqui é o oposto: administramos bem porque já fomos transformados e entendemos que nada é nosso. A boa gestão é a resposta de gratidão de quem já entendeu sua identidade.
"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens." (Colossenses 3:23)
A excelência na gestão é um ato de adoração, um reflexo natural de uma mente renovada que serve a um Deus de ordem.
3. A renovação da Mente sobre a técnica
A ideia generalizada foca em planilhas; essa frase foca na "metanoia" (mudança de mente).
Sem uma vida transformada, o dinheiro apenas potencializa os vícios e as inseguranças que já habitam o indivíduo. O acúmulo sem transformação é, muitas vezes, o caminho mais rápido para a ruína.
"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento..." (Romanos 12:2)
A "boa administração" é o comportamento visível de uma mente que parou de copiar os padrões de consumo e escassez do mundo.


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